
Eu não projeto para impressionar. Projeto para cuidar.
Antes da estética, existe o corpo. Antes da tendência, existe o ritmo. Antes da forma, existe a vida que acontece todos os dias.
Acredito que os ambientes falam mesmo quando parecem silenciosos, eles podem acelerar ou desacelerar, podem sobrecarregar ou acolher. Cada escolha importa. A luz que entra, as cores que permanecem, as proporções que organizam, a circulação que libera, os sons que atravessam, as texturas que tocam.
Nada disso é neutro, tudo comunica, tudo afeta. Por isso, não busco a perfeição, busco intenção. Projetos não precisam ser impecáveis. Precisam ser conscientes.
Arquitetura não é cenário. É experiência. É rotina. É cuidado diário.